Há vários deles me ladeando.
Pontos abertos, pontos fechados
Pontos de vista e pontos para feridas
Os pontos de apoio
e o ponto de desequilíbrio que não encontro
um ponto final, um ponto de interrogação.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Forte
Como não me conheço, como não esqueço, como me arrependo
Como deixo a dor me conquistar, como não a permito ir
Como faço o passado parecer perfeito, como não consigo me libertar
Como preciso saber esquecer
Hoje toda a dor sutil, todo o intocável e irreal não é nada
Hoje quero uma dor física que supere a emocional e a quero forte
De forte só sobrou a dor
De construído só sobrou o que se espera
De concreto só sobrou o chão
E agora?
Como deixo a dor me conquistar, como não a permito ir
Como faço o passado parecer perfeito, como não consigo me libertar
Como preciso saber esquecer
Hoje toda a dor sutil, todo o intocável e irreal não é nada
Hoje quero uma dor física que supere a emocional e a quero forte
De forte só sobrou a dor
De construído só sobrou o que se espera
De concreto só sobrou o chão
E agora?
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